Conheça o Moto X, o primeiro smartphone inteiramente desenvolvido pelo Google após a compra da Motorola

O lançamento já era esperado depois da aparição do aparelho nas mãos de Eric Schmidt, presidente executivo do Google. Ontem, o “mistério” acabou e a Motorola (subsidiária do Google) apresentou o seu mais novo smarphone: o Moto X.

Como todos os lançamentos de qualquer fabricante de ponta, o telefone conta com especificações bacanas. Ele mede 12,9×6,5cm, tem uma espessura que vai de 5,6mm (ponto mais fino) a 10,4mm (ponto mais grosso) — seu formato é curvo, por isso a diferença —, pesa 130 gramas, conta com uma tela HD (720pAMOLED de 4,7 polegadas de 336ppi, bateria de 2.220mAh (que dura cerca de um dia), câmera traseira de 10 megapixels (com suporte a vídeo em 1080p) e frontal de 2 megapixels, X8 (sistema-em-um-chip) , 2GB de RAM, Bluetooth 4.0 LE + EDR, Wi-Fi 802.11a/g/b/n/ac (dual band) e suporte a redes 4G (LTE). Além disso, ele conta com modelos de 16GB ou 32GB de espaço para armazenamento (com dois anos de 50GB de graça no Google Drive) e roda Android 4.2.2 (sem aquelas firulas que todas que fabricantes instalam, mas muito provavelmente com conteúdo de operadoras).

Até aí, tudo igual a maioria das fabricantes. Como eu sempre digo, especificação hoje em dia não quer dizer absolutamente nada. Existem câmeras de 8 megapixels melhores do que de 12 megapixels, smartphones dual-core mais rápidos que quad-core… tudo depende do conjunto da obra, da otimização do software para o hardware, entre outras muitas coisas. Mas o Moto X tem, sim, muitas virtudes. Dos aparelhos Androids disponíveis no mercado, ele é o que mais me chama atenção justamente por fugir da guerra de especificações e tentar apresentar coisas diferentes.

Muitos podem achar besteira e até mesmo preferirem cores pré-determinadas pela fabricante, mas eu achei bem legal eles darem a possibilidade de o consumidor escolher diversos aspectos visuais do aparelho na hora da compra (online), os quais passam pela coloração da parte da frente/traseira do aparelho, dos botões laterais/detalhes da câmera traseira, assinatura (também na parte traseira), frase que será mostrada ao ligar o aparelho, cor dos acessórios, etc.

Claro, tem uns “frufrus” desnecessários (como escolher wallpapers e entrar com a sua conta do Google para deixar tudo sincronizado — coisas que você pode fazer muito bem com o aparelho em mãos), mas o esforço aqui é interessante. Imagine só a trabalheira que isso não deve dar. Aparelhos bem personalizados e entregues para clientes em até quatro dias — nos Estados Unidos, obviamente! Enfim, eu curti — ainda que isso não seja indispensável.

Rick Osterloh, vice-presidente sênior de produto da Motorola disse que “smartphones não são muito inteligentes”. Óbvio que Osterloh deu uma boa exagerada para promover seu novo produto, mas a verdade é que o Moto X chega, sim, trazendo algumas interações novas bem bacanas.

Com o recurso Google Now, o telefone está sempre “ativo”, esperando você falar alguma coisa e interagir. É como se a Siri estivesse te escutando a todo momento, bastando você chamar ela para ajustar o alarme, por exemplo, ou adicionar um lembrete. O legal é que não é qualquer pessoa que consegue ter essa interação com o seu telefone, já que o Moto X/Google Now reconhece a *sua* voz.

O Active Display também é uma novidade legal. Sabendo que a gente tira o telefone do bolso várias vezes ao dia apenas para ver a hora ou para dar uma olhada nas notificações, o recurso faz justamente isso: mostra a hora e os ícones das notificações quando você tira o aparelho do bolso (ou da bolsa). Ao receber novas notificações, essas informações “pulsarão” na tela até que você veja; tocando na tela, um preview do que sistema considera ser importante na mensagem é mostrado; ao deslizar o dedo em cima, você é encaminhado para a notificação “completa”. Obviamente, quem quiser, pode ajustar para que esse preview não seja mostrado.

A câmera do aparelho também traz novidades (uma tecnologia chamada “Clear Pixel”). Ela promete melhores fotos em ambientes mais escuros, captando 75% mais luz do que sensores tradicionais. Para tirar uma foto rapidamente, basta dar uma chacoalhada no aparelho depois de tirar ele do bolso que a câmera rapidamente é ativada. Não é algo muito intuitivo, mas não deixa de ser uma detalhe legal para quem tira muitas fotos.

Claro, isso tudo é o que a Motorola disse sobre o aparelho. Nós não testamos um e não temos como afirmar que essas novidades funcionam como esperado e que, de fato, fazem muita diferença no nosso dia-a-dia. Ainda assim, é muito bom ver lançamentos como esse menos focados em hardware e mais em interações — principalmente da Motorola, que foi comprada pelo Google e ainda não tinha mostrado nada de interessante até então. Como sabemos, só com essa “guerra saudável” a indústria evolui no ritmo que queremos.

O Moto X chega aos Estados Unidos entre o fim deste mês (agosto) e começo de setembro custando US$200 (16GB) e US$250 (32GB). Ele também será vendido pelo Google Play, totalmente desbloqueado e livre de conteúdo de operadoras. O preço, contudo, não foi informado.

Aí bem a pergunta que todos nós queremos saber: o que será que a Apple está preparando para a próxima geração de iPhones? Já vimos que a possibilidade dele contar com um sensor de impressão digital é enorme, mas quais serão as interações dele? Teremos mais novidades além dessa? Como sempre, só nos resta esperar.

Fonte: Gizmodo

Infográfico revela o que acontece na internet em 60 segundos.

Empresa Pirelli é consolidada há 11 anos no segmento de calçados e faz sucesso com sua logística reversa, causando impacto, inovação e gerando vantagem competitiva sobre o mercado de calçados.

O folheto invisível

Para alertar sobre como ajudar a encontrar crianças desaparecidas na Argentina, a Almacén criou para a Missing Children esta ação na final de um torneio argentino, onde o rapaz distribui os folhetos e, como se espera, muita gente ignora o material, até ter uma surpresa minutos antes da partida começar envolvendo o folheto e o rapaz.

Deu até para sentir os segundos de silêncio que se faz diante do texto: crianças desaparecidas podem estar na nossa frente.

Fonte: Blogcitario

#VemPraRua – Os cartazes mais criativos dos protestos Passe Livre

O povo brasileiro chegou ao seu limite e se revoltou. As pessoas estão nas ruas protestando em várias cidades contra o aumento das passagens e por um transporte público de qualidade: nada além dos nossos direitos. E não só isso, mas como a verba é investida numa pátria chamada Brasil: educação e saúde, um dos tópicos primordiais a ser retratado. Mas os manifestantes também são criativos e os cartazes estão um show de bola!

Vejam os cartazes mais criativos das manifestações que estão rolando pela internet:

BOM DIA!

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3 motivos para estar no LinkedIn mesmo se você está empregado

Você está cometendo um erro caso esteja empregado e esquecendo de atualizar o seu perfil no LinkedIn. Confira 3 motivos para estar na rede social mesmo se você está empregado

Muitas pessoas temem que os seus chefes vão achar que elas estão procurando outro emprego caso mantenham uma página do LinkedIn. Atualmente, a rede social possui mais de 180 milhões de usuários e as chances de que todas elas estão desempregadas são muito pequenas. A verdade é que grande parte desses usuários estão felizmente empregados e felizmente construindo o seu network.

Confira 3 motivos para estar no LinkedIn mesmo se você está empregado:

1. Você precisa de um network 
O futuro é incerto e você nunca sabe quando corre o risco de ser demitido. Por esse motivo, você precisa de um network amplo que poderá ser usado caso você precise de um novo emprego. Esse network deve ser construído e mantido enquanto você ainda está empregado, assim empresários não pensarão que você só quer se conectar por interesses.

2. Recrutadores procuram candidatos passivos 
Recrutadores procuram candidatos passivos no LinkedIn, ou seja, profissionais que não estão procurando um emprego. Por mais que você goste da sua empresa e do seu trabalho, você pode receber oportunidades melhores que vão mudar a sua carreira se você mantiver o seu perfil na rede social atualizado.

3. Você pode ler as novidades da sua indústria 
Empresas utilizam o LinkedIn para compartilhar as suas novidades, realizações, tecnologias e oportunidades. Você pode utilizar a rede social para se manter atualizado em todas as inovações da sua indústria e o que está acontecendo no mercado de trabalho, sendo sempre um profissional informado.